Cada nota segue a mesma régua: perímetro montado por leitura de termo, saldo conferido na fonte do agente fiduciário, detenção lida nos informes mensais dos fundos, e garantia verificada na certidão de matrícula quando o documento da operação não basta. O que não se confirma em documento fica escrito como não confirmado.
Publicado · Setembro de 2026
You Inc: vinte séries e uma incorporadora em estresse
R$ 904,9 milhões emitidos, R$ 500,3 milhões de saldo verificável, 22 fundos declarando posição. Quem tem garantia na frente sobre o mesmo imóvel, qual obra atrasou e com que data, e os quatro caminhos por onde as renegociações passaram.
Publicado · Setembro de 2026
STX: o CRI, a garantia e a fila
Vinte matrículas lidas ato a ato, garantia registrada depois do vencimento, nenhum patrimônio de afetação, securitizadoras arroladas como credoras concursais numa recuperação de R$ 615 milhões e um leilão sem lance. Abre com a regra do CRI em recuperação judicial, extrajudicial e falência.
Publicado · Setembro de 2026
Recuperação do devedor não é default do CRI
105 séries ligadas a empresa em recuperação judicial, extrajudicial ou falência, R$ 6,44 bilhões emitidos e sete desfechos diferentes. O caso que abre a nota tem a Tellus como devedora e o GPA pagando o aluguel, e o pedido não estourou a operação porque o imóvel é da Tellus. Explica concursal e extraconcursal, e por que o nome do CRI não é o risco do CRI.
Publicado · Setembro de 2026
Fundo de obra em CRI: quanto tem, quanto paga, e por que se mede errado
3.260 termos de securitização lidos um por um. A leitura automática dava 67,5% das séries com fundo de obra; o número final é 51,2%, e as séries com obra pagam 1,71 p.p. de sobretaxa mediana. O caso que abre a nota é um home equity marcado como obra por um formulário de garantias com a coluna de resposta em branco.
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